Hidrafil

Bula do medicamento Hidrafil.

Classe terapêutica dos Protetores e Adsorventes.

Princípio ativoEusolex.

Indicações de Hidrafil

Hidrafil loção cremosa hidrata e protege a pele, formando sobre ela um filme hidrostático invisível, resistente à água, que conserva a umidade natural, diminuindo a evaporação. É um hidratante especialmente formulado para atuar sobre a pele ressecada e agredida por agentes climáticos como vento, sol, piscina, mar e frio, etc., tornando-a mais macia, flexível e sedosa. Hidrafil loção cremosa contém em sua formulação um complexo de substâncias moderadamente higroscópicas, que possuem grande capacidade de retenção de umidade. Contém, ainda, dois filtros solares que auxiliam a diminuir a ação danificadora da luz solar sobre a pele sensível. Hidrafil loção cremosa é indicado somente para uso na pele.

Como Usar (Posologia)

Aplicar Hidrafil loção cremosa no rosto, mãos e corpo, massageando suavemente com movimentos circulares, sempre que se desejar uma hidratação. Hidrafil loção cremosa também deve ser aplicado em peles sensibilizadas pelo uso de agentes descamantes ou esfoliantes.

Precauções

Não há cuidados especiais quanto ao uso, por se tratar de um produto cosmético fabricado com ingredientes não irritantes à pele. Porém, o produto não deve ser aplicado por pessoas hipersensíveis a qualquer componente da fórmula.

Apresentação

Frascos com 60 e 120 ml.

Composição

Ácido esteárico, álcool cetílico, carbomer,ciclometicone, copolímero PVP/eicoseno, Hidraction NMF, 2-hidroxi-4-metoxibenzofenona, imidazolidinil uréia, monoestearato de glicerila, monoestearato de PEG 400, octilmetoxicinamato, silício orgânico, trietanolamina e vitamina E. Hidrafil é uma loção hipoalergênica: não contém parabenos, vaselina, lanolina e seus derivados.

Laboratório

Labs. Stiefel Ltda.

Remédios da mesma Classe Terapêutica

Dermodex, Episol Fps15, Pabafilm

Venalot

Bula do medicamento Venalot.

Classe terapêutica dos Antihemorroidarios e Antivaricosos.

Princípios ativos Cumarina e Troxerrutina.

Uso adulto. venda sob prescrição médica.

Indicações de Venalot

Síndromes varicosas, varizes, hemorróidas, úlceras das pernas.
Flebites, tromboflebites, periflebites, síndromes pós-flebíticas. Estases linfáticas, linfangites, linfadenites, linfedemas.
Estases venosas, edemas, arterites.
Profilaxia da trombose pré e pós-operatória e na gravidez.
Profilaxia e tratamento de edemas e estases linfáticas pós-operatórias e pós-traumáticas.
Braquialgias, cervicalgias, lombalgias.

Como Usar (Posologia)

Os estudos clínicos recentes têm demonstrado a eficácia do produto com doses diárias que variam entre uma e seis drágeas (2 drágeas, 3 vezes ao dia).
A posologia média recomendada é de 1 drágea, 3 vezes ao dia; qualquer mudança nesta posologia ficará à critério médico.

Contra-Indicações de Venalot

Hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula. Hepatopatias graves, ou hepatopatias progressas.

Modo de Uso (Posologia) de Venalot

Os estudos clínicos recentes têm demonstrado a eficácia do produto com doses diárias que variam entre uma e seis drágeas (2 drágeas, 3 vezes ao dia).
A posologia média recomendada é de 1 drágea, 3 vezes ao dia; qualquer mudança nesta posologia ficará à critério médico.

Características

Melhora da microcirculação, efeito protetor do endotélio e hemodinâmico:
Os agentes cumarina e troxerrutina contidos no Venalot® apresentam efeito protetor do endotélio capilar, melhorando a capacidade do fluxo sangüíneo através de ações hemodinâmicas e antitrombóticas. Com isto, a exsudação de plasma para o interstício é diminuída. Obtêm-se, assim, melhora do fluxo capilar que é apoiada pelos efeitos hemodinâmicos, demonstrado especialmente pela troxerrutina, para a flexibilidade dos eritrócitos. No caso de insuficiência venosa crônica, obtêm-se diminuição da adesão de leucócitos, que danifica as paredes capilares e causa inflamações, assim como da agregação de trombócitos, o que entre outros, é o centro dos processos patológicos.
Efeito antiedematoso, antiflogísticos, protetor de tecido e linfocinético:
A cumarina contida estimula o efeito proteolítico dos macrófagos, em edemas locais ricos em proteínas. Com a proteólise ocorre uma rápida remissão dos edemas e do processo inflamatório, pois, a proteína do edema, responsável pela retenção de água intersticial, causadora e mantenedora do processo inflamatório é dividida em pequenas moléculas e frações de moléculas. Estas são transportadas através de capilares sangüíneos e linfáticos, obtendo-se um aumento da capacidade de transporte linfático, pelo visível efeito linfocinético da cumarina e da troxerrutina.
Em modelos de inflamação definidos farmacologicamente, a inflamação aguda é influenciada pela cumarina, assim como é influenciada pelos antiflogísticos clássicos (em medidas comparáveis). Os mecanismos de ação básicos podem ser considerados comprovados: a inibição do "respiratory burst" de leucócitos ativados pela cumarina e pela troxerrutina e as propriedades captadoras, especialmente da cumarina e, também da troxerrutina, em relação a espécies reativas de oxigênio, exercem um papel importante, como também a inibição do metabolismo de prostaglandina e leucotrieno. A fibrose do tecido afetado, que determina o processo terminal da doença é diminuída.
O aumento da proteólise intersticial, juntamente com a influência do "respiratory burst" em leucócitos ativados e na captação de radicais superóxidos, promovidos pelos dois agentes, formam o núcleo dos efeitos antiedematosos, antiflogísticos, protetores das paredes capilares, prevenindo assim a formação de tecido fibrótico. Assim como a combinação cumarina + troxerrutina, através do efeito hemodinâmico, promove a melhoria da perfusão sangüínea e linfática.

Composição

Cada drágea contém:
Cumarina (Benzopirona) .................... 15 mg
Troxerrutina .................... 90 mg
Excipientes q.s.p. .................... 1 drágea
Excipientes: sacarose, estearato de magnésio, etilcelulose, copolímeros de amonioalquilmetacrilato, poli (etilacrilato, metilmetacrilato, cloreto de trimetilaminoetilmetacrilato), lactose mesh 200, talco, ácido esteárico, corante amarelo tartrazina CI19140, gelatina, carbonato de cálcio, dióxido de silício, dióxido de titânio, goma arábica, cera de carnaúba.
ESTE PRODUTO CONTÉM O CORANTE AMARELO DE TARTRAZINA QUE PODE CAUSAR REAÇÕES DE NATUREZA ALÉRGICA, ENTRE AS QUAIS ASMA BRÔNQUICA, ESPECIALMENTE EM PESSOAS ALÉRGICAS AO ÁCIDO ACETIL SALICÍLICO.

Dados Toxicológicos

Toxicidade aguda
DL50 oral em lebres: 32 drágeas de Venalot®, correspondendo a aproximadamente 3,36 g da mistura (1:6) das substâncias ativas por Kg.
Rato: 6 g de mistura (1:6) das substâncias ativas por Kg de peso corpóreo.
Em babuínos foram testadas doses unitárias da mistura cumarina + troxerrutina na relação 1:6 (70/140/280/560/1120/2240/4480 mg/kg), com posterior observação durante 7 dias. Os animais sobreviveram a todas as doses. As intolerâncias consistiram-se em vômitos, salivação e agitação, após administração de três doses máximas durante 30 minutos. Fezes e urina apresentaram uma coloração amarelo-esverdeada após a ingestão e evacuação de 4 doses máximas.
Toxicidade sub-crônica
No caso da administração repetida em ratos, durante 7 semanas, não puderam ser observadas alterações macroscópicas ou histológicas com doses de 0/50/450/4050 mg/kg. Os babuínos não apresentaram alterações, dependentes da substância, nos parâmetros clínico-químicos ou diagnósticos nos órgãos com uma administração extra de 2000 mg/kg durante 7 dias: além de vomitar alimentos e a substância de teste. Administração de 100 mg/kg durante 21 dias causou inicialmente vômitos, que diminuíram na 3a semana do teste. Não houve perdas de peso, não houve resultados patológicos.
A administração de 100/300/1000 mg de mistura de agentes/kg, por um período de 13 semanas causou uma morte, quando administrada a dose máxima. No mais, os babuínos apresentaram vômitos. Por um tempo curto os valores de leucinoaminopeptidase e ornitincarbomiltransferase apresentaram-se elevados.
Toxicidade crônica
Durante 6 meses, ratos receberam cumarina + troxerrutina (1:6) em doses de 50, 450 e 4050 mg/kg de peso. A dose máxima foi 1300 vezes maior que a dose terapêutica. Os exames bioquímicos e histopatológicos completos dos órgãos e do sangue, não apresentaram indícios para processos tóxicos, sintomas clínicos e outras reações adversas ao tratamento. No estudo clássico toxicológico em babuínos - no qual o metabolismo da cumarina e da troxerrutina é muito semelhante ao dos seres humanos - o esquema de dose era de 0, 100, 300 e 1000 mg de Venalot®/kg, administrados diariamente por via oral. Os pesos hepáticos relativos ao grupo recebendo 1000 mg de Venalot®/kg estavam elevados, porém, este não apresentou alterações histológicas ou ultraestruturais.
Toxicidade de Reprodução
No estudo combinado sobre teratogenia e fertilidade em ratazanas SPF-Wistar, foram administradas até 128 vezes a dose diária terapêutica de Venalot®. Por meio de procedimentos histológicos, foram controladas, também, as malformações não letais de órgãos. A mistura dos agentes cumarina + troxerrutina não influenciou a fertilidade, nem na geração P, que recebeu o tratamento, nem na geração F-1 que não foi tratada. Da mesma forma não puderam ser comprovados efeitos teratogênicos. O desenvolvimento peri e pós-natal ocorreu sem distúrbios, tanto na primeira como na segunda geração de filhos, o ensaio não apresentou indício para um risco toxicológico na reprodução.
Outro estudo embriotóxico foi efetuado em porcos miniaturas Göttinger. Os animais receberam 100 vezes a dose terapêutica de Venalot®, juntamente com a alimentação. Os úteros e os fetos examinados macroscopicamente e histologicamente, sobre malformações e intoxicações orgânicas, não apresentaram influência da substância testada para a taxa de absorção e malformação.
Mutagênese:
Teste Ames
Não houve indícios para a existência de potencial mutagênico de Venalot® em 5 tribos de Salmonella typhimurium testadas. Nem com, nem sem ativação metabólica ou na presença de frações de microssomos de ratos ou de babuínos apareceram mutações. A troxerrutina também não apresentou propriedades mutagênicas.

Farmacocinética

A cumarina é rapidamente absorvida e biotransformada, após administração oral. Seu principal metabólito ativo, 7-hidroxicumarina, possui um tempo de meia-vida de alguns minutos. O metabólito principal é ligado ao ácido glicurônico e eliminado na urina.
A biodisponibilidade plasmática da cumarina, após administração de 6 drágeas de Venalot®, é de 0,84%, comparada com a administração intravenosa de 90 mg. Isto se deve provavelmente, a eliminação pré-sistêmica, que é marcante na administração oral.
A cumarina é hidroxilada rapidamente. A biodisponibilidade do metabólito (7-hidroxicumarina) após administração oral, em comparação com a administração intravenosa, é de 120,6%. Dos resultados da 7-hidroxicumarina pode-se ver que o preparado é completamente absorvido, e que a biodisponibilidade do princípio ativo está assegurada.
Cmax (ng/ml) tmax (h) ASC 24 (ng x h/ml) t ½ (h)
Cumarina 2,04 (1,07-2,78) 1,67(0,67-3,00) 10,40 (3,44-18,88) 1)
7-hidroxicumarina 6,78 (4,99-9,63) 1,67 (1,08-2,00) 18,49 (15,66-28,12) 2,22 (1,54-4,44)
Conjugado
7-hidroxicumarina 1004,39 (838,08-1290,52) 1,08 (1,08-1,50) 3012,57 (2657,30-3546,29) 7,33 (3,32-9,42)
Cmax: concentração máxima observada, após correção basal
tmax: momento da correção máxima após correção basal
ASC24: área sob a curva (segundo a regra do trapézio) após correção basal
t1/2 tempo de meia-vida, após correção basal
1): não pode ser determinado
Aproximadamente 10% de troxerrutina é absorvida após a administração oral, sendo eliminada em sua maior parte na bílis, e uma menor parte eliminada via renal. Na biotransformação não surgem os metabólitos conhecidos da rutina, especialmente a quercetina. O tempo de meia-vida é de várias horas.

Forma Farmacêutica e Apresentação

Embalagens com 20 e 60 drágeas.

Informação ao Paciente

Ação esperada do medicamento
Melhora da circulação periférica venosa e linfática, diminuindo também o inchaço decorrente de problemas dos vasos linfáticos e venosos.
Cuidados de armazenamento
Conserve o produto na embalagem original e à temperatura ambiente (15ºC a 30ºC).
Prazo de validade
O prazo de validade está impresso na embalagem do produto. Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pois, além de não obter o efeito desejado, você estará prejudicando sua saúde.
Gravidez e lactação
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se estiver amamentando.
Cuidados de administração
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Reações adversas
Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis tais como problemas no estômago e intestinos, dor de cabeça e vermelhidão da pele. Tem sido relatados casos isolados de hepatites acompanhadas ou não de icterícia, que foram reversíveis com a descontinuação do tratamento.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante de outras substâncias
Não existem restrições quanto a ingestão de alimentos e bebidas.
A administração simultânea de drogas que prejudicam a função hepática, pode levar ao aumento de possíveis reações hepáticas.
Contra-indicações e precauções
O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula e por portadores de hepatopatias graves, ou pacientes que já tenham apresentado doenças hepáticas.
O uso durante o primeiro trimestre da gestação e por períodos prolongados com doses altas deve ser avaliado pelo seu médico.
O uso do medicamento deve ser interrompido e o médico informado, se houver o aparecimento de sintomas como náuseas acompanhadas por urticária, urina escura ou amarelamento da pele e/ou do globo ocular.
Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
"Atenção diabéticos: contém açúcar."
Riscos da automedicação: NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.

Interações Medicamentosas

A administração simultânea de drogas que prejudicam a função hepática, pode levar ao aumento de possíveis reações hepáticas.

Pacientes Idosos

Não há restrições ou recomendações especiais com relação ao uso do produto por pacientes idosos.

Precauções e Advertências

O uso durante o primeiro trimestre de gestação requer avaliação médica da relação risco/benefício. O uso de doses altas (mais de 3 drágeas ao dia) de Venalot®, em tratamentos prolongados (mais de um mês de duração), deve ser acompanhado de avaliação médica criteriosa da função hepática.
O uso do medicamento deve ser interrompido e o médico informado, se houver o aparecimento de sintomas como náuseas acompanhadas por urticária, urina escura ou amarelamento da pele e/ou do globo ocular.
"Atenção diabéticos: contém açúcar."

Reações Adversas e Alteração Dos Exames Laboratoriais

Tem sido relatados rubor (vermelhidão), distúrbios gastrointestinais, cefaléia.
Elevações eventuais de enzimas hepáticas (transaminases séricas, gama-glutamil transpeptidases) podem ocorrer, predominantemente durante o período inicial do tratamento, as quais diminuem com a descontinuação do uso do produto. Casos isolados de hepatite acompanhados ou não de icterícia foram relatados, e os mesmos foram reversíveis após a interrupção do tratamento. Houve relatos isolados de doenças gastrointestinais.

Superdose

Na eventualidade da ingestão acidental de doses muito acima das preconizadas, recomenda-se adotar as medidas habituais de controle das funções vitais.

Laboratório

ALTANA Pharma Ltda.

Remédios que contém o mesmo Princípio Ativo

Marcoumar

Remédios da mesma Classe Terapêutica

Anusol Hc, Ateróide, Capilarema, Circanetten, Claudemor

Reuquinol

Bula do medicamento Reuquinol.

Uso adulto e pediátrico.

Indicações de Reuquinol

Afecções reumáticas e dermatológicas:
Artrite reumatóide.
Artrite reumatóide juvenil.
Lúpus eritematoso sistêmico.
Lúpus eritematoso discóide.
Condições dermatológicas provocadas ou agravadas pela luz solar.
Malária:
Tratamento das crises agudas e tratamento supressivo de malária por Plasmodium vivax, P. ovale, P. malariae e cepas sensíveis de P. falciparum.
Tratamento radical da malária provocadas por cepas sensíveis de P. falciparum.

Contra-Indicações de Reuquinol

Maculopatias (retinopatias) pré-existentes. Pacientes com hipersensibilidade aos derivados da 4-aminoquinolina e em terapia a longo prazo em crianças.

Desordem Sangüínea Severa: a Hidroxicloroquina Pode Causar Discrasia Sangüínea, Incluindo Agranulocitose, Aplasia Anêmica, Neutropenia, Ou Trombocitopenia. - Distúrbio Gastrointestinal: a Hidroxicloroquina Pode Causar Irritação Gastrointestinal.

- Deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase(G6PD): a hidroxicloroquina pode causar anemia hemolítica em pacientes com deficiência da G6PD, embora não é provável quando a hidroxicloroquina é administrada em doses terapêuticas.
- Disfunção hepática: devido à hidroxicloroquina ser metabolizada no fígado, a disfunção hepática pode causar o aumento da concentração sangüínea de hidroxicloroquina, aumentando o risco de reações adversas.
- Desordens neurológicas: a hidroxicloroquina pode causar neuromiopatia, ototoxicidade, polineurites e convulsões.
- Porfiria: a hidroxicloroquina pode causar exacerbação da porfiria.
- Psoríase: a hidroxicloroquina pode precipitar crises severas de psoríase.
- Presença de alterações no campo visual ou na retina: a hidroxicloroquina pode causar opacidade da córnea, ceratopatia ou retinopatia.
- Hipersensibilidade a hidroxicloroquina ou cloroquina.

Interações Medicamentosas

REUQUINOL pode aumentar os níveis de digoxina no plasma.
REUQUINOL pode também estar sujeito a várias das interações descritas para a cloroquina, muito embora relatos específicos não tenham sido divulgados. Estão incluídos:

Lúpus Eritematoso Sistêmico e Discóide

Dose inicial para adultos: 400 a 800 mg diários.
Dose de manutenção: 200 a 400 mg diários.
- Artrite reumatóide:
Dose inicial para adultos: 400 a 600 mg diários.
Dose de manutenção: 200 a 400 mg diários.
- Artrite crônica juvenil:
A posologia não deve exceder 6,5 mg/kg de peso/dia, até uma dose máxima diária de 400 mg.

Posologia e Modo de Usar

REUQUINOL deve ser administrado durante uma refeição, ou com um copo de leite.
As doses abaixo mencionadas referem-se ao sulfato, e não à substância base. Doses reumáticas A ação do REUQUINOL é cumulativa e exigirá várias semanas para exercer seus efeitos terapêuticos benéficos, enquanto que efeitos colaterais de baixa gravidade podem ocorrer relativamente cedo. Alguns meses de terapia podem ser necessários antes que os efeitos máximos possam ser obtidos. Caso uma melhora objetiva (redução do edema da articulação, aumento da mobilidade) não ocorra em 6 meses, REUQUINOL deverá ser descontinuado.

Potencialização da Sua Ação Bloqueadora Direta Na Junção Neuromuscular Pelos Antibióticos Aminoglicosídeos;

- O uso concomitante de penicilamina com hidroxicloroquina pode aumentar a concentração plasmática da penicilamina, aumentando o potencial para reações adversas renais e/ou hematológicas sérias, bem como a possibilidade de reações de pele severas.
- Inibição do seu metabolismo pela cimetidina, que pode aumentar a concentração plasmática da substância; - Antagonismo do efeito da neostigmina e piridostigmina;
- Redução da resposta humoral (mediada por anticorpos) à imunização primária com a vacina humana diplóide anti-rábica intradérmica;
- Tal como para a cloroquina, os antiácidos podem reduzir a absorção do REUQUINOL, sendo aconselhável observar um intervalo de 4 horas entre a administração do REUQUINOL e de antiácidos.
Reações Adversas e Alterações de Exames Laboratoriais
As reações adversas de hidroxicloroquina são usualmente dose-relacionadas. Quando a hidroxicloroquina é utilizada no tratamento a curto-prazo de malária ou outras doenças parasitárias, as reações adversas são normalmente leves e reversíveis. Entretanto, tratamento prolongado e/ou terapia com altas doses, como no tratamento da artrite reumatóide, lúpus eritematoso, ou erupções polimorfas, as reações adversas podem ser sérias e algumas vezes irreversíveis.
Danos na retina irreversíveis podem ser mais prováveis de acontecer quando a dose diária for igual ou exceder o equivalente a 310 mg (base), ou 5 mg (base) por kg ao dia, de hidroxicloroquina.
As seguintes reações adversas foram selecionadas em base aos seus significados clínicos potenciais:
Reações que necessitam de atenção médica:
Incidência menos freqüente
Toxicidade ocular especificamente opacidade da córnea (visão borrosa, ou qualquer alteração na visão); ceratopatia; ou retinopatia.
Incidência rara
Discrasia sangüínea, especificamente agranulocitose (faringite e febre); anemia aplástica (fadiga e fraqueza); neutropenia ou trombocitopenia; alterações emocionais ou psicose; neuromiopatia; ototoxicidade; convulsão; depressão da medula óssea, cardiomiopatia.
Reações que necessitam de atenção médica somente se persistirem ou incomodarem:
Incidência mais freqüente
Disfunção da musculatura ciliar (dificuldade em ler); irritação gastrointestinal (diarréia, perda de apetite, náusea, espasmo estomacal ou dor, vômito); dor de cabeça; prurido.
Incidência menos freqüente Descoloração do cabelo ou alopécia; descoloração da pele, das unhas ou no interior na boca; tontura; nervosismo; inquietação; "rash" cutâneo ou prurido.
Visão borrosa ou qualquer alteração na visão pode ocorrer após a descontinuação do tratamento.
O REUQUINOL pode também exacerbar a porfiria e precipitar crises severas de psoríase.

Precauções e Advertências

O risco-benefício deve ser considerado quando existirem os seguintes sintomas:

Laboratório

Apsen Farmacêutica

Ketalar

Bula do medicamento Ketalar.

Classe terapêutica dos Anestésicos Sistêmicos.

Princípio ativoCetamina.

Indicações de Ketalar

Anestésico único em intervenções diagnósticas e cirúrgicas que não necessitem de relaxamento muscular. Apesar de ser mais apropriado para intervenções de curta duração, Ketalar pode ser empregado, mediante administração de doses adicionais, em atos cirúrgicos mais prolongados. Ketalar é indicado para indução de anestesia, previamente à administração de outros anestésicos gerais. É indicado em obstetrícia para parto vaginal ou cesário. É também indicado para suplementar outros agentes anestésicos de baixa potência, como óxido nitroso. Dentre as áreas de aplicação específica incluem-se: debridamentos e enxertos de pele em pacientes queimados; intervenções neurodiagnósticas como mielogramas e punções lombares; intervenções diagnósticas e cirúrgicas nos olhos, ouvidos, nariz e cavidade oral; sigmoidoscopia e pequena cirurgia retal; cateterismo cardíaco; intervenções ortopédicas.

Efeitos Colaterais de Ketalar

Cardiovasculares: após administração de Ketalar, a pressão arterial e a freqüência cardíaca podem elevar-se. Não obstante, têm ocorrido casos de hipotensão e bradicardia, como também de arritmia cardíaca. Respiratórias: embora a respiração seja freqüentemente estimulada, poderá ocorrer acentuada depressão ou apnéia, após administração rápida de doses elevadas de Ketalar. Têm sido observados casos de laringospasmo e outras formas de obstrução das vias respiratórias durante a anestesia pelo Ketalar. Oculares: após a administração de Ketalar, poderá ocorrer diplopia e nistagmo, além de ligeira elevação da pressão intra-ocular. Psicológicas: vide precauções. Neurológicas: em alguns casos, o aumento do tônus da musculatura esquelética pode se manifestar por movimentos tônico-clônicos que, às vezes, se assemelham a convulsões. Gastrintestinais: tem-se observado anorexia, náuseas e vômitos após o uso de Ketalar, mas esses transtornos geralmente não são graves. Em sua grande maioria, os pacientes podem ingerir líquidos pouco depois de recobrar a consciência. Diversas: raramente têm sido observados casos de dor e exantema no local da injeção. Também se tem observado eritema transitório e/ou erupção morbiliforme.

Como Usar (Posologia)

Em conseqüência de incompatibilidade química de Ketalar com barbitúricos, não devem ser utilizados na mesma seringa, por se formar um precipitado. Se à dose de Ketalar for adicionado o diazepam, ambas as drogas devem ser aplicadas separadamente. Não misture Ketalar e diazepam na mesma seringa ou frasco de infusão. Preparação no pré-operatório: uma vez que foram relatados vômitos após a administração de Ketalar, deve-se fornecer medidas de proteção às vias aéreas, pois os reflexos laringofaríngeos continuam ativos. Entretanto, como pode ocorrer aspiração com o uso de Ketalar, e uma vez que os reflexos protetores podem também estar diminuídos devido aos anestésicos suplementares e relaxantes musculares, a possibilidade da aspiração é um fato que deve ser considerado. O uso de Ketalar é recomendado ainda que o paciente não esteja de estômago vazio, desde que o médico julgue que os benefícios da droga superem os possíveis riscos. Deve-se administrar atropina, escopolamina ou um outro anti-sialogogo com suficiente antecipação à indução da anestesia. Início e duração: pelo fato da indução da anestesia após a injeção intravenosa de Ketalar ser rápida, deve-se manter o paciente em posição adequada durante a injeção. Geralmente, uma dose intravenosa de 2 mg/kg produz anestesia cirúrgica 30 segundos após a injeção e de um modo geral, a anestesia dura de 5 a 10 minutos. Se for necessária duração prolongada, doses adicionais, intravenosas ou intramusculares, podem ser administradas para manter a anestesia sem produzir efeito acumulativo significante. Baseado em estudos feitos em crianças, uma dose intramuscular de 9 a 13 mg/kg produz em geral anestesia cirúrgica em 3 a 4 minutos que, via de regra, dura de 12 a 25 minutos. Dosagem: como ocorre com outros anestésicos gerais, a resposta individual ao Ketalar varia até certo ponto, de acordo com a dose, via de administração, a idade do paciente e com a administração ou não de outros anestésicos, de modo que não se pode fazer recomendações posológicas absolutamente fixas. A dose de Ketalar deve ser ajustada as necessidades de cada paciente. Indução por via intravenosa: a dose intravenosa inicial pode variar entre 1 e 4,5 mg/kg. A dose média necessária para produzir anestesia cirúrgica, de 5 a 10 minutos de duração, e de 2 mg/kg. Alternativamente, em pacientes adultos uma dose de indução de 1 a 2 mg/kg de Ketalar via intravenosa, utilizada na velocidade de 0,5 mg/kg/min pode ser usada para indução da anestesia. Adicionalmente, pode-se usar diazepam em doses de 2 a 5 mg, administrado em seringa separada durante 60 segundos. Na maioria dos casos, 15 mg de diazepam intravenoso ou menos são suficientes. A incidência de manifestações psicológicas durante a recuperação da anestesia, particularmente do tipo sonhos e delírios emergenciais pode ser reduzida com este esquema de indução. Velocidade de administração: a injeção intravenosa deve ser aplicada lentamente num período nunca inferior a 60 segundos. A aplicação mais rápida pode acarretar depressão respiratória e aumento da pressão arterial. Indução por via intramuscular: a dose intramuscular inicial pode variar entre 6,5 e 13 mg/kg. Geralmente uma dose de 10 mg/kg produz anestesia cirúrgica de 12 a 25 minutos de duração. Manutenção da anestesia: para a manutenção da anestesia a dose deve ser ajustada de acordo com a necessidade dos pacientes e com o emprego de ajustes anestésicos adicionais. Uma dose adicional poderá ser da metade até a dose total acima recomendada, e repetida conforme necessário. Quanto maior for a dose total administrada de Ketalar, tanto maior será o tempo de recuperação. Durante a anestesia, poderão ocorrer movimentos involuntários e tônico-clonicos das extremidades. Esses movimentos não implicam superficialização do plano de anestesia, nem indicam necessidade de se administrar doses adicionais de Ketalar. Pacientes adultos induzidos com Ketalar mais diazepam por via intravenosa podem ser mantidos com a cetamina administrada por infusão lenta em microgotas, na dose 0,1 a 0,5 mg/min, associada com diazepam 2 a 5 mg intravenosamente, se necessário. Na maioria dos casos 20 mg ou menos de diazepam, via intravenosa no total será suficiente para a indução e manutenção. Entretanto, uma quantidade ligeiramente maior de diazepam pode ser necessária, dependendo da natureza e duração da cirurgia, estado físico do paciente e outros fatores. A incidência de manifestações psicológicas durante o período de recuperação da anestesia, particularmente sonhos e delírios emergenciais, pode ser reduzida com este esquema de manutenção. Diluição: para preparar uma solução diluída contendo 1 mg de cetamina por ml, transferir assepticamente 10 ml (50 mg/ml) para 500 ml de dextrose 5% ou cloreto de sódio 0,9% e misturar bem. A solução resultante conterá 1 mg de cetamina por ml e mantém-se estável por 24 horas. As necessidades de líquidos do paciente e a duração da anestesia devem ser considerados quando da seleção da diluição apropriada de cetamina. Se houver restrição ao volume de líquidos administrados, Ketalar pode ser adicionada numa infusão de 250 ml conforme descrita acima para obter uma concentração de 2 mg de cetamina por ml. Ketalar como agente coadjuvante: Ketalar é clinicamente compatível com os anestésicos locais ou gerais de uso corrente, desde que seja mantida uma ventilação pulmonar adequada. O esquema de doses reduzidas de Ketalar associadas com diazepam pode ser usado para promover uma anestesia equilibrada, em combinação com outros agentes, tais como, o óxido nitroso e oxigênio. Superdosagem: a administração de modo excessivamente rápido ou de uma dose excessiva da droga poderá acarretar depressão respiratória. Deve ser empregada ventilação assistida mecânica ao invés de analépticos.

Contra-Indicações de Ketalar

Casos em que uma elevação significativa da pressão arterial possa constituir sério risco e em pacientes com hipersensibilidade comprovada à droga. - Advertências: a função cardíaca deve ser continuamente monitorizada no transcorrer da intervenção em pacientes hipertensos e descompensados. Pode ocorrer confusão mental durante a fase de recuperação pós-anestésica.

Precauções

Ketalar deve ser usado por médicos experimentados ou sob sua supervisão, na administração de anestésicos gerais, na manutenção das vias aéreas patentes e no controle da respiração. Como os reflexos laringofaríngeos geralmente permanecem ativos, Ketalar não deverá ser utilizado como agente único nas intervenções cirúrgicas ou diagnósticas da faringe ou árvore brônquica. Caso o seja, deve-se, sempre que possível, evitar o estímulo mecânico da faringe. Miorrelaxantes poderão ser necessários, devendo-se então prestar especial atenção a respiração. Deve-se dispor de equipamento de ressuscitação para uso imediato. A dose intravenosa deve ser administrada num período de no mínimo 60 segundos. A administração demasiado rápida poderá resultar em depressão respiratória, apnéia ou aumento da pressão arterial. Reações emergenciais ocorreram em aproximadamente 12% dos pacientes. As manifestações psicológicas apresentam gravidade variável, desde estados oníricos agradáveis, imagens vividas até alucinações e delírios emergenciais. Em alguns casos esses estados têm sido acompanhados de confusão mental, excitabilidade e conduta irracional, que alguns pacientes relatam como sendo experiências desagradáveis. A duração do efeito é geralmente de poucas horas, entretanto, em alguns casos, têm ocorrido recorrências até 24 horas após a cirurgia. Não se tem conhecimento de efeitos psicológicos residuais resultantes do uso de Ketalar. A incidência desses fenômenos emergenciais é mais baixa em pacientes jovens (15 anos de idade ou menos) ou mais idosos (acima de 65 anos). Também são menos freqüentes quando a droga é administrada por via intramuscular e à medida que o anestesiologista vai ganhando experiência com o medicamento. A incidência de manifestações psicológicas durante a emergência da anestesia, particularmente observações oníricas e delírios emergenciais, pode ser reduzida pela diminuição da dosagem de Ketalar e pela associação de diazepam intravenosamente durante a indução e manutenção da anestesia. Essas reações também podem ser reduzidas quando os estímulos verbais e tácteis dos pacientes são amenizados durante o período de recuperação; o que no entanto não impede que se realize o controle dos sinais vitais do paciente. Com a finalidade de interromper uma reação emergencial grave, pode ser necessário recorrer ao uso de uma pequena dose hipnótica de barbitúricos de ação curta ou ultra-curta. Quando Ketalar é administrado a pacientes ambulatoriais, estes não devem receber alta enquanto a recuperação da anestesia não tiver se completado, devendo posteriormente o paciente ser acompanhado por um adulto responsável. Nas intervenções cirúrgicas passíveis de provocar dor visceral, Ketalar deve ser suplementado por um agente capaz de eliminá-la. Ketalar deve ser empregado com precaução em alcoólatras e em casos de elitismo agudo. Como tem sido relatada a elevação da pressão intra-espinhal durante a anestesia com Ketalar, deve-se usá-lo com precaução em pacientes que apresentem elevada pressão do líquido cefalorraquidiano, na pré-anestesia. Gravidez: com exceção da administração durante o parto vaginal ou cesário, estudos clínicos controlados em gravidez não foram realizados. A segurança de seu emprego durante a gravidez não foi estabelecida, e tal uso não é recomendado. Interações medicamentosas: prolongamento do período de recuperação pode ocorrer se administrado concomitantemente com barbitúricos e/ou narcóticos. Ketalar é clinicamente compatível com os anestésicos gerais e locais comumente empregados, desde que a função respiratória seja adequadamente mantida.

Apresentação

Solução injetável em 5 frascos-ampola de 10 ml cada.

Composição

Cada ml contém cloridrato de cetamina(equivalente à cetamina base 50,0 mg) 57,67 mg.

Laboratório

Parke Davis Warner Lambert

Remédios da mesma Classe Terapêutica

Diprivan, Droperidol, Etrane, Fentanil, Fluothane

Monocordil

Bula do medicamento Monocordil.

Classe terapêutica dos Nitratos e Vasodilatadores.

Princípio ativo Mononitrato de Isossorbida.

Indicações de Monocordil

E um potente vasodilatador venoso e coronariano. e o principal metabolito do dinitrato de isossorbida, porem, com a fundamental diferenca de nao sofrer o efeito de 1a passagem, no figado, o que lhe confere 100% de biodisponibilidade e manutencao de niveis terapeuticos por um periodo de 8 a 12 horas. monocordil, ao mesmo tempo que dilata as arterias coronarias e colaterais, particularmente na zona isquemica, aumentando a oferta de oxigenio para o miocardio, dilata tambem o sistema venoso, reduzindo a pre-carga, a pressao capilar pulmonar e a pressao na arteria pulmonar, melhorando a performance cardiaca. - terapia de ataque e de manutencao na insuficiencia coronaria, todos os tipos de angina e insuficiencia cardiaca, aguda ou cronica, associado aos cardiotonicos e diureticos. injetavel: no infarto agudo do miocardio e nos casos graves de insuficiencia cardiaca; antes, durante ou apos as angioplastias e em eventuais espasmos coronarios durante uma cinecoronariografia.

Como Usar (Posologia)

Comprimidos - 1/2 a 1 comprimido 2 ou 3 vezes ao dia. iniciar com pequenas doses e aumentar progressivamente conforme a resposta terapeutica e a tolerancia. injetavel - 1 - bolus a) intravenoso: 20 a 40 mg cada 8 ou 12 horas (media 0,4 mg/kg). b) intracoronariano: 10 a 20 mg. 2 - infusao continua - intravenoso: 0,4 mg/kg-diluido em 100 ml de soro fisiologico ou glicosado. correr em 2 a 3 horas cada 8 a 12 horas. retard: 1 capsula ao dia, pela manha.

Apresentação

Comprimidos: caixas com 20 comprimidos bissulcados. injetavel: caixas com 50 ampolas de 1 ml contendo 10 mg de mononitrato-5 de isossorbida. capsulas retard: caixas com 12 capsulas.

Composição

Comprimidos - 20 ou 40 mg de mononitrato-5 de isossorbida. injetavel - 10 mg de mononitrato-5 de isossorbida. capsulas retard com 50 mg cada.

Laboratório

Laboratórios Baldacci S.A.

Remédios que contém o mesmo Princípio Ativo

Coronar, Vasclin

Remédios da mesma Classe Terapêutica

Adalat, Adalat Oros, Apresolina, Atenol, Balcor

Iruxol

Bula do medicamento Iruxol.

Princípios ativos Colagenase e Cloranfenicol.

Indicações de Iruxol

Limpeza de lesões, independentemente de sua origem e localização: em ulcerações e necroses (úlcera varicosa, úlcera por decúbito, gangrenas das extremidades, especialmente gangrena diabética, congelamentos); em lesões de difícil cura (lesões pós-operatórias, por irradiação e por acidentes); antes de transplantes cutâneos.

Efeitos Colaterais de Iruxol

Ardência, dor, irritação, eczema, rubor e reações de hipersensibilidade ao cloranfenicol são passíveis de ocorrer com ou uso do produto. Discrasias sangüíneas, incluindo anemia aplástica, podem ocorrer com o uso de cloranfenicol tópico, sendo porém muito raras.

Como Usar (Posologia)

A finalidade do uso de Iruxol é de limpeza enzimática de lesões superficiais. Para obter sucesso no tratamento deve ser observado o seguinte: Iruxol deve ter um contato bom e uniforme com toda a área lesada; por isso, a pomada deve ser aplicada uniformemente, com espessura de cerca de 2 mm. O efeito nas necroses crostosas é melhorado, abrindo-se um corte no centro e em alguns casos nas margens, seguido de aplicação da pomada, tanto por baixo da crosta como por cima. Não se deve procurar secar a lesão, pois a presença de umidade aumenta a atividade enzimática. Material necrótico completamente seco ou duro deve ser amolecido, primeiramente por meio de compressas úmidas. Após a aplicação da pomada, cobrir a lesão com gaze e umidecê-la com água destilada ou soro fisiológico. Não utilizar quaisquer detergente, sabão ou solução anti-séptica (álcool iodado, mercúrio cromo, etc.), já que estes produtos inativam a ação de Iruxol. O curativo de Iruxol deve ser mudado diariamente. É possível aumentar o efeito enzimático, aplicando a pomada duas vezes ao dia. Deve ser removido, com cada troca de curativo, todo material necrótico desprendido; isto se faz através de pinça, espátula ou por lavagem, tendo o cuidado de não utilizar detergente ou sabões. - Superdosagem: em caso de superdosagem, o médico deve ser imediatamente comunicado, de modo a instituir terapêutica adequada.

Contra-Indicações de Iruxol

Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Precauções

A fim de se evitar a possibilidade de reinfecção, deve-se observar rigorosa higiene pessoal durante a utilização do produto. O uso prolongado de antibióticos pode, ocasionalmente, resultar no desenvolvimento de microorganismos não susceptíveis, inclusive fungos. Caso isto ocorra, deve-se descontinuar o tratamento e tomar as medidas adequadas. - Interações medicamentosas: o emprego adicional de outros preparados de aplicação tópica pode diminuir a eficácia terapêutica de Iruxol.

Apresentação

Bisnaga com 15, 30 e 50 g.

Composição

Cada g de pomada contém: colagenase 0,6 UI;cloranfenicol 0,01 g.

Laboratório

Knoll Prods. Químs. e Farms. Ltda.

Remédios que contém o mesmo Princípio Ativo

Adermikon C, Berlison, Fenidex, Fibrase, Gyno Iruxol

Bula do medicamento Iruxol. Princípios ativos Colagenase e Cloranfenicol.

Indicações de Iruxol

Limpeza de lesões, independentemente de sua origem e localização: em ulcerações e necroses (úlcera varicosa, úlcera por decúbito, gangrenas das extremidades, especialmente gangrena diabética, congelamentos); em lesões de difícil cura (lesões pós-operatórias, por irradiação e por acidentes); antes de transplantes cutâneos.

Efeitos Colaterais de Iruxol

Ardência, dor, irritação, eczema, rubor e reações de hipersensibilidade ao cloranfenicol são passíveis de ocorrer com ou uso do produto. Discrasias sangüíneas, incluindo anemia aplástica, podem ocorrer com o uso de cloranfenicol tópico, sendo porém muito raras.

Como Usar (Posologia)

A finalidade do uso de Iruxol é de limpeza enzimática de lesões superficiais. Para obter sucesso no tratamento deve ser observado o seguinte: Iruxol deve ter um contato bom e uniforme com toda a área lesada; por isso, a pomada deve ser aplicada uniformemente, com espessura de cerca de 2 mm. O efeito nas necroses crostosas é melhorado, abrindo-se um corte no centro e em alguns casos nas margens, seguido de aplicação da pomada, tanto por baixo da crosta como por cima. Não se deve procurar secar a lesão, pois a presença de umidade aumenta a atividade enzimática. Material necrótico completamente seco ou duro deve ser amolecido, primeiramente por meio de compressas úmidas. Após a aplicação da pomada, cobrir a lesão com gaze e umidecê-la com água destilada ou soro fisiológico. Não utilizar quaisquer detergente, sabão ou solução anti-séptica (álcool iodado, mercúrio cromo, etc.), já que estes produtos inativam a ação de Iruxol. O curativo de Iruxol deve ser mudado diariamente. É possível aumentar o efeito enzimático, aplicando a pomada duas vezes ao dia. Deve ser removido, com cada troca de curativo, todo material necrótico desprendido; isto se faz através de pinça, espátula ou por lavagem, tendo o cuidado de não utilizar detergente ou sabões. - Superdosagem: em caso de superdosagem, o médico deve ser imediatamente comunicado, de modo a instituir terapêutica adequada.

Contra-Indicações de Iruxol

Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Precauções

A fim de se evitar a possibilidade de reinfecção, deve-se observar rigorosa higiene pessoal durante a utilização do produto. O uso prolongado de antibióticos pode, ocasionalmente, resultar no desenvolvimento de microorganismos não susceptíveis, inclusive fungos. Caso isto ocorra, deve-se descontinuar o tratamento e tomar as medidas adequadas. - Interações medicamentosas: o emprego adicional de outros preparados de aplicação tópica pode diminuir a eficácia terapêutica de Iruxol.

Apresentação

Bisnaga com 15, 30 e 50 g.

Composição

Cada g de pomada contém: colagenase 0,6 UI;cloranfenicol 0,01 g.

Laboratório

Knoll Prods. Químs. e Farms. Ltda.

Remédios que contém o mesmo Princípio Ativo

Adermikon C, Berlison, Fenidex, Fibrase, Gyno Iruxol

Efurix

Bula do medicamento Efurix. Classe terapêutica dos Antineoplásicos. Princípios ativosFluoruracila e S-fluoro-uracil.

Indicações de Efurix

Ceratose solar ou ceratose senil, doença de Bowen, epiteliomas basocelulares superficiais simples ou múltiplos, lesões pré-malignas e epiteliomas, basocelulares superficiais em áreas de radiodermite crônica. Habitualmente, Efurix não age sobre os epiteliomas espinocelulares.

Precauções

Efurix não deve ser colocado em contato direto com as mucosas e com os olhos. Convém lavar cuidadosamente as mãos depois da aplicação do Efurix creme. - Tolerabilidade: Efurix creme é bem tolerado. A região sã da pele, limítrofe com a lesão tratada, pode se tornar avermelhada. Essa reação desaparece muito rapidamente com o término do tratamento.

Apresentação

Bisnaga de 15 g.

Composição

Principio ativo 5% de 5-fluoro-uracil emsuspensão em uma base emulsionada água-óleo.

Contraindicações

O emprego de Efurix creme é contra-indicado em pacientes grávidas ou nas quais seja impossível excluir com certeza a possibilidade de gravidez. Efurix creme não deve ser usado em pacientes hipersensíveis ao 5-fluoro-uracil.

Modo de Uso

Efurix deve ser usado sob supervisão médica. Em principio, o tratamento das ceratoses senil e solar requer uma ou duas aplicações diárias em camada fina, geralmente sem ser necessário o curativo oclusivo. Para as outras afecções, é aconselhável o uso do curativo oclusivo renovado diariamente. Igualmente, deve-se proceder dessa forma nos casos de ceratose palmar. Nos pacientes com epitelioma basocelular, o tratamento deve ser continuado até a fase de ulceração. Nas outras afecções, apenas até o estágio de erosão. Em principio, a duração do tratamento é de 3 a 4 semanas. Em certos casos, pode ser necessário prolongá-lo por mais tempo. - Limitação da área tratada: a superfície cutânea tratada com Efurix não deve ser maior que 500 cm2 (aproximadamente 23x23 cm). Se a afecção atingir uma área maior, e conveniente escalonar o tratamento por zonas.

Laboratório

Prods. Roche Químs. Farms. S.A.

Remédios da mesma Classe Terapêutica

Alexan, Aracytin 100 mg, Aredia, Blenoxane, Cisplatina (genérico)

Clorana

Bula do medicamento Clorana.

Classe terapêutica dos Antihipertensivos e Diuréticos.

Princípio ativo Hidroclorotiazida.

Indicações de Clorana

Edemas renais, hepáticos, por insuficiência cardíaca e devidos a corticóides e estrógenos. Hipertensão arterial, isoladamente ou associada a outros medicamentos.

Efeitos Colaterais de Clorana

Possibilidade de hiperuricemia, hiperglicemia, glicosúria, depleção potássica, alcalose metabólica, distúrbios do ritmo cardíaco; desidratação com hipovolemia, hiponatremia e hipotensão ortostática; náuseas, vertigens, parestesias, astenia, cefaléias, manifestações alérgicas, distúrbios hematológico, e fotossensibilização; anorexia, náuseas, vômitos, icterícia colestática, pancreatite.

Apresentação

Caixa com 20 comprimidos de 50 mg.

Composição

Hidroclorotiazida.

Contraindicações

Contraindicado em caso de hipersensibilidade aos derivados sulfonamídicos, insuficiência renal grave, doença hepática progressiva. Evitar na gravidez e na fase de aleitamento. Avaliar periodicamente os eletrólitos séricos. Pode haver interação com hipoglicemiantes orais e com antiinflamatórios não-hormonais.

Modo de Uso

Meio a 4 comprimidos ao dia, na dependência da resposta individual. Na hipertensão arterial, 1 a 2 comprimidos ao dia, ajustando posteriormente segundo os efeitos. Em associação com outros anti-hipertensivos, o estabelecimento da dose ótima deve ser gradual. A dose pediátrica usual é de 2 a 3 mg/kg/dia, em duas tomadas.

Superdosagem

Manifestações de distúrbios eletrolíticos e desidratação. Recomendam-se medidas gerais de suporte e correção das alterações hidroeletrolíticas.

Laboratório

Sanofi Winthrop Farmacêutica Ltda.

Remédios que contém o mesmo Princípio Ativo

Aldazida 50, Amiretic, Ancloric, Aradois H, Atacand Hct

Remédios da mesma Classe Terapêutica

Adalat, Adalat Oros, Aldactone, Aldazida 50, Aldomet

Isordil

Bula do medicamento Isordil.

Classe terapêutica dos Vasodilatadores.

Princípio ativo Dinitrato de Isossorbida.

Indicações de Isordil

Vasodilatador.

Apresentação

Isordil Sublingual 2,5 mg: caixa com 60 comprimidos de cor branca. Isordil Sublingual 5 mg: caixa com 24 e 60 comprimidos de cor rosa. Isordil Oral 5 mg: caixa com 60 comprimidos de cor rosa. Isordil Oral 10 mg: caixa com 24 comprimidos de cor branca. Isordil AP 40 mg (Ação prolongada): caixa com 12 e 30 cápsulas.

Composição

Dinitrato de isossorbida.

Laboratório

Wyeth - Indústria Farmacêutica Ltda.

Remédios que contém o mesmo Princípio Ativo

Isocord

Remédios da mesma Classe Terapêutica

Adalat, Adalat Oros, Apresolina, Atenol, Balcor

Utrogestan

Bula do medicamento Utrogestan.

Princípio ativo Progesterona.

Uso adulto.

Indicações de Utrogestan

Utrogestan® é indicado para os distúrbios relacionados à deficiência de progesterona, como distúrbios do ciclo menstrual e amenorréia secundária (ausência de menstruação); na insuficiência lútea (diminuição de progesterona na segunda fase do ciclo), na deficiência de progesterona, na pré-menopausa e na reposição hormonal da menopausa (como complemento à terapia com estrogênio).
Utrogestan® via vaginal é indicado também na implantação do embrião e manutenção da gravidez durante o primeiro trimestre.
Por via oral
Menstruação irregular devido a distúrbios da ovulação; Dor e outros transtornos antes dos ciclos; Dor e alterações benignas da mama; Sangramento; Tratamento da menopausa (como um complemento à terapia estrogênica).
Por via vaginal
Para promover a gravidez, particularmente nos casos de: aborto de repetição; Durante os ciclos de fertilização in vitro.
Em todas as outras indicações ou tratamento de progesterona, a via vaginal pode substituir a via oral se ocorrerem efeitos colaterais da progesterona (sonolência, sensação de vertigem ou tonteiras).

Efeitos Colaterais de Utrogestan

Como qualquer medicamento, Utrogestan® 200 mg pode causar efeitos colaterais.
Somente com administração por via oral os seguintes efeitos colaterais foram observados:
Foram observados com menor freqüência: cefaléia, fadiga, náusea, prurido ou rash, depressão, sangramento de escape.
Mais freqüentemente pode ocorrer sonolência e tonteira em alguns pacientes, de 1 a 3 horas após a ingestão deste produto. Nesse caso, a dose por ingestão deve ser reduzida, ou readaptada (por exemplo: para uma dose diária de 200 mg, tomar as 200 mg numa única ingestão, ao dormir, distante de uma refeição), ou a via vaginal deve ser adotada.
Em todos os casos, não exceder o máximo de 200 mg por dose.
Em caso de sinais de superdosagem, consulte seu médico para reajuste do tratamento.
Reações alérgicas podem ocorrer devido à presença de óleo de amendoim e lecitina de soja (tais como: urticária, reação alérgica generalizada).
Por via vaginal não foram notadas intolerâncias locais (corrimentos gordurosos, pruridos ou irritação) nos diversos estudos clínicos.
Interações Medicamentosas e Alterações de exames laboratoriais
Informe seu médico caso esteja utilizando ou tenha utilizado recentemente quaisquer outros medicamentos.
O uso crônico de barbitúricos, carbamazepina, hidantoínas ou rifampicina pode diminuir a eficácia de Utrogestan®.
Por outro lado, Utrogestan® pode potencializar ou efeitos farmacológicos da ciclosporina, teofilina ou b-bloqueadores.
Os testes com metirapona podem ser alterados, assim como as determinações do pregnanediol e testes de função tireoidiana (decréscimo dos níveis de T3).

Como Usar (Posologia)

No caso do uso por via oral, este medicamento deve ser tomado com um copo de água, longe das refeições (estômago vazio) preferivelmente à noite antes de dormir. Se utilizado por via vaginal cada cápsula deve ser introduzida profundamente na vagina.
Respeitar estritamente as posologias preconizadas. Em média, a dose é de 200mg a 400 mg de progesterona ao dia, que pode ser dividida em duas tomadas, uma pela manhã e outra à noite, ao deitar. Doses maiores que 200 mg devem ser fracionadas: 200 mg 2 horas após o desjejum e 200 mg à noite, ao deitar. Qualquer que seja a indicação ou via de administração (oral ou vaginal), a dose não deve exceder 200 mg por vez.
Via Oral
Na insuficiência de progesterona, a dosagem média é de 200mg de progesterona micronizada por dia. Este medicamento deverá ser tomado com um copo d'água, longe das refeições (estômago vazio), preferivelmente à noite antes de dormir.
Em insuficiência lútea (síndrome pré-menstrual, mastopatia benigna, menstruação irregular, pré-menopausa) o regime de tratamento usual é de 200mg por dia:
# 200 mg em dose única antes de dormir;
# 10 dias por ciclo, habitualmente do 17º dia ao 26º dia, inclusive.
Em terapia de reposição hormonal para menopausa, a terapia estrogênica isolada não é recomendada (risco de hiperplasia endometrial). Conseqüentemente, a progesterona é combinada em dose de 200 mg por dia, da seguinte forma:
# dose única de 200 mg à noite antes de dormir, de 12 a 14 dias por mês, ou nas últimas duas semanas de cada seqüência do tratamento.
Na dose de 200 mg é comum observar-se um sangramento de privação após o uso da progesterona.
Em todas indicações a via vaginal pode ser utilizada, nas mesmas dosagens da via oral, em casos de efeitos colaterais devido a progesterona (sonolência após absorção oral).
Via vaginal
Cada cápsula gelatinosa deve ser introduzida profundamente na vagina.
Suporte de progesterona durante a insuficiência ovariana ou carência ovariana completa de mulheres com diminuição da função ovariana (doação oócito).
O regime de tratamento (como um complemento para a terapia adequada de estrogênio) é o seguinte:
# 200 mg de progesterona micronizada do 13º ao 25º dia do ciclo, em uma ou divididos em duas doses e, em seguida;
# Do 26º dia do ciclo ou no caso de gravidez, esta dose pode ser elevada para o máximo de 600 mg por dia divididos em 3 doses.
Esta dosagem será continuada até o 60º dia e, por conseguinte, não posteriormente à 12ª semana de gravidez.
Suplementação da fase lútea (segunda fase do ciclo menstrual) durante ciclos de fertilização in vitro:
A dosagem recomendada é de 400 a 600 mg por dia, divididos em duas a três doses, do dia da injeção HCG até a 12ª semana de gravidez.
Suplementação da fase lútea (segunda fase do ciclo menstrual) durante ciclos espontâneos ou induzidos, em caso de subfertilidade ou esterilidade primária ou secundária particularmente devido à anovulação: a dosagem recomendada é de 200 a 400 mg por dia, divididos em duas doses, a partir do 17º dia do ciclo, durante 10 dias.
O tratamento será rapidamente reiniciado se a menstruação não ocorrer novamente e, sendo diagnosticada uma gravidez, até a 12ª semana desta.
Ameaça de aborto precoce ou prevenção de aborto comum devido à insuficiência lútea: a dosagem recomendada é de 200 a 400 mg por dia divididos em duas doses até a 12ª semana de gravidez.
Seu médico determinará qual a via de administrção - oral ou vaginal - mais apropriada para o seu caso e, ainda, poderá modificar a dose e a duração do tratamento de acordo com a indicação considerada e a eficácia do medicamento.

Contra-Indicações de Utrogestan

Este medicamento é contra-indicado em doenças graves do fígado.
Hipersensibilidade do princípio ativo ou a qualquer outro componente da formulação.

Precauções

Prudência em casos de alterações leves ou moderadas da função hepática, uma vez que a progesterona é metabolizada no fígado. Se for necessária sua utilização, um cuidadoso monitoramento deve ser realizado. Em pacientes com disfunção renal, também deve ser realizado um monitoramento cuidadoso, pois os metabólitos da progesterona são eliminados principalmente pelos rins.
As pacientes que eventualmente apresentarem muito enjôo ou tonteira, devem utilizar a medicação ao deitar.

Modo de Uso (Posologia) de Utrogestan

No caso do uso por via oral, este medicamento deve ser tomado com um copo de água, longe das refeições (estômago vazio) preferivelmente à noite antes de dormir. Se utilizado por via vaginal cada cápsula deve ser introduzida profundamente na vagina.
Respeitar estritamente as posologias preconizadas. Em média, a dose é de 200mg a 400 mg de progesterona ao dia, que pode ser dividida em duas tomadas, uma pela manhã e outra à noite, ao deitar. Doses maiores que 200 mg devem ser fracionadas: 200 mg 2 horas após o desjejum e 200 mg à noite, ao deitar. Qualquer que seja a indicação ou via de administração (oral ou vaginal), a dose não deve exceder 200 mg por vez.
Via Oral
Na insuficiência de progesterona, a dosagem média é de 200mg de progesterona micronizada por dia. Este medicamento deverá ser tomado com um copo d'água, longe das refeições (estômago vazio), preferivelmente à noite antes de dormir.
Em insuficiência lútea (síndrome pré-menstrual, mastopatia benigna, menstruação irregular, pré-menopausa) o regime de tratamento usual é de 200mg por dia:
# 200 mg em dose única antes de dormir;
# 10 dias por ciclo, habitualmente do 17º dia ao 26º dia, inclusive.
Em terapia de reposição hormonal para menopausa, a terapia estrogênica isolada não é recomendada (risco de hiperplasia endometrial). Conseqüentemente, a progesterona é combinada em dose de 200 mg por dia, da seguinte forma:
# dose única de 200 mg à noite antes de dormir, de 12 a 14 dias por mês, ou nas últimas duas semanas de cada seqüência do tratamento.
Na dose de 200 mg é comum observar-se um sangramento de privação após o uso da progesterona.
Em todas indicações a via vaginal pode ser utilizada, nas mesmas dosagens da via oral, em casos de efeitos colaterais devido a progesterona (sonolência após absorção oral).
Via vaginal
Cada cápsula gelatinosa deve ser introduzida profundamente na vagina.
Suporte de progesterona durante a insuficiência ovariana ou carência ovariana completa de mulheres com diminuição da função ovariana (doação oócito).
O regime de tratamento (como um complemento para a terapia adequada de estrogênio) é o seguinte:
# 200 mg de progesterona micronizada do 13º ao 25º dia do ciclo, em uma ou divididos em duas doses e, em seguida;
# Do 26º dia do ciclo ou no caso de gravidez, esta dose pode ser elevada para o máximo de 600 mg por dia divididos em 3 doses.
Esta dosagem será continuada até o 60º dia e, por conseguinte, não posteriormente à 12ª semana de gravidez.
Suplementação da fase lútea (segunda fase do ciclo menstrual) durante ciclos de fertilização in vitro:
A dosagem recomendada é de 400 a 600 mg por dia, divididos em duas a três doses, do dia da injeção HCG até a 12ª semana de gravidez.
Suplementação da fase lútea (segunda fase do ciclo menstrual) durante ciclos espontâneos ou induzidos, em caso de subfertilidade ou esterilidade primária ou secundária particularmente devido à anovulação: a dosagem recomendada é de 200 a 400 mg por dia, divididos em duas doses, a partir do 17º dia do ciclo, durante 10 dias.
O tratamento será rapidamente reiniciado se a menstruação não ocorrer novamente e, sendo diagnosticada uma gravidez, até a 12ª semana desta.
Ameaça de aborto precoce ou prevenção de aborto comum devido à insuficiência lútea: a dosagem recomendada é de 200 a 400 mg por dia divididos em duas doses até a 12ª semana de gravidez.
Seu médico determinará qual a via de administrção - oral ou vaginal - mais apropriada para o seu caso e, ainda, poderá modificar a dose e a duração do tratamento de acordo com a indicação considerada e a eficácia do medicamento.

Advertências

Este medicamento não trata todas as causas de aborto espontâneo precoce e, particularmente, ele não tem ação sobre abortos provenientes de defeitos genéticos (o que corresponde a mais da metade das causas de aborto).
Durante a gravidez, o uso de Utrogestan® 200 mg é reservado para o primeiro trimestre e somente pela via vaginal. Durante os 2º e 3º trimestres de gravidez, se utilizado por via oral, há um risco de efeitos colaterais hepáticos.
O tratamento, por recomendação, não é um contraceptivo.
Se o medicamento for administrado por via oral, recomenda-se ser ingerido entre as refeições, preferivelmente à noite quando a paciente for dormir. Não administrar Utrogestan® com alimentos (ocorre duplicação da absorção).
Em todas as indicações terapêuticas, a dose recomendada deve ser estritamente respeitada.
Recomenda-se tomar o medicamento entre as refeições, de preferência a noite, na hora de dormir.
Mais da metade dos abortos prematuros espontâneos são devidos a complicações genéticas. Além disso, manifestações infecciosas e desordens mecânicas podem provocar abortos prematuros. Por essa razão, o único efeito da administração de progesterona seria o de atrasar a evacuação do ovo morto ou a interrupção de uma gravidez não progressiva.
O uso de progesterona deve ficar restrito aos casos de deficiência do corpo lúteo. Utrogestan® só deve ser usado na gravidez durante o primeiro trimestre e somente por via vaginal.
Utrogestan® não é um tratamento para ameaça de parto prematuro. O uso da progesterona micronizada durante o segundo e terceiro trimestre da gravidez pode levar ao desenvolvimento de icterícia colestática de gravidez ou doenças hepatocelulares. Além dessa situação, nenhuma toxicidade hepática em particular foi observada durante o uso da progesterona micronizada, amplamente difundida na Europa desde 1980, inclusive no primeiro trimestre de gravidez.
O tratamento, nas condições recomendadas, não é anticoncepcional.
Dirigir e usar máquinas
Pacientes que pretendem dirigir ou usar máquinas devem ser advertidas que poderão sentir sonolência e/ou vertigem após administração oral deste medicamento.
Pacientes idosos
Não há dados que indiquem a necessidade do ajuste de dose para a paciente idosa.
Gravidez - Amamentação
Nenhuma relação entre o progesterona e malformações fetais foi observada durante diversos estudos epidemiológicos em mais de mil pacientes.

Composição

Cada cápsula contém:
Progesterona.................... 200mg
Excipientes: Lecitina de soja, Óleo de amendoim.... q.s.p. 1 cápsula.
*Componentes da casca da cápsula: gelatina, glicerol, dióxido de titânio (E171).

Forma Farmacêutica e Apresentações

Utrogestan 200 mg é apresentado em caixas contendo blister com 14 ou 15 cápsulas gelatinosas.

Laboratório

Farmoquímica S.A.

Remédios que contém o mesmo Princípio Ativo

Ginecoside

Clavulin Bd

Bula do medicamento Clavulin Bd.

Classe terapêutica dos Antibióticos Sistêmicos.

Princípios ativos Amoxicilina e Clavulanato de Potássio.

Indicações de Clavulin Bd

Clavulin bd é um agente antibiótico com um espectro de ação notavelmente amplo contra os patógenos bacterianos, de ocorrência comum na clínica geral e em hospitais. A ação inibitória da b-lactamase do clavulanato estende o espectro da amoxicilina, abrangendo uma variedade maior de microrganismos, incluindo muitos resistentes a outros antibióticos b-lactâmicos.
Clavulin BD para administração oral, duas vezes ao dia, é indicado no tratamento de curta duração de infecções bacterianas nos seguintes casos, quando suspeita-se que a causa sejam cepas produtoras de beta-lactamase resistentes à amoxicilina. Em outras situações, a amoxicilina sozinha deve ser considerada.
·· Infecções do trato respiratório superior (incluindo ouvido, nariz e garganta): em particular, sinusite, otite média, tonsilite recorrente. Estas infecções são freqüentemente causadas por Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae*, Moraxella catarrhalis* e Streptococcus pyogenes.
·· Infecções do trato respiratório inferior: em particular, exacerbações agudas de bronquite crônica (especialmente se considerada grave), broncopneumonia. Estas infecções são freqüentemente causadas por Streptococcus pneumoniae, Haemophilus influenzae* e Moraxella catarrhalis*.
·· Infecções do trato urinário: em particular, cistite (especialmente quando recorrente ou complicada excluindo-se prostatite). Estas infecções são freqüentemente causadas por Enterobacteriaceae* (principalmente Escherichia coli*), Staphylococcus saprophyticus, espécies de Enterococcus*.
·· Infecções da pele e tecidos moles: em particular, celulite, mordidas de animais e abscesso dentário grave com celulite disseminada. Estas infecções são freqüentemente causadas por Staphylococcus aureus*, Streptococcus pyogenes e espécies de Bacteroides*.
* Algumas cepas dessas espécies de bactérias produzem beta-lactamase, tornando-as resistentes à amoxicilina sozinha.
Infecções mistas, causadas por microrganismos suscetíveis à amoxicilina juntamente com microrganismos produtores de beta-lactamase suscetíveis à Clavulin bd, podem ser tratadas com o produto. Estas infecções não devem necessitar da adição de outro antibiótico resistente às beta-lactamases.

Efeitos Colaterais de Clavulin Bd

Os efeitos colaterais são incomuns e principalmente de natureza leve e transitória.
Reações gastrintestinais
Diarréia, indigestão, náusea, vômito e candidíase mucocutânea foram relatados. Colite associada a antibióticos (incluindo colite pseudomembranosa e colite hemorrágica) foI raramente relatada. Náusea, embora rara, é mais freqüentemente associada a altas doses orais. Se efeitos colaterais gastrintestinais ocorrerem com o tratamento oral, eles podem ser reduzidos pela ingestão de Clavulin bd no início das refeições. Descoloração superficial dos dentes foi raramente relatada, principalmente com a suspensão. geralmente, a descoloração pode ser removida com a escovação.
Efeitos geniturinários
Prurido vaginal, ulceração e secreção podem ocorrer.
Efeitos hepáticos
Aumentos moderados e assintomáticos em TGO e/ou TGA e fosfatases alcalinas foram ocasionalmente relatados. Hepatite e icterícia colestática foram raramente relatadas. Estas reações hepáticas foram relatadas com mais freqüência com Clavulin bd do que com outras penicilinas.
Após ADMINISTRAÇÃO DE Clavulin bd, reações hepáticas foram relatadas com mais freqüência em homens e em pacientes idosos, particularmente naqueles acima de 65 anos. O risco aumenta quando a duração do tratamento é superior a 14 dias. Estas reações foram raramente relatadas em crianças. Os sinais e sintomas geralmente ocorrem durante ou logo após o tratamento, mas, em alguns casos, pode não ocorrer até várias semanas após o término do tratamento. As reações hepáticas são geralmente reversíveis, mas podem ser graves e, muito raramente, mortes foram relatadas.
Reações de hipersensibilidade
Rashes eritematosos e urticária algumas vezes ocorrem. Raramente eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, necrólise epidérmica tóxica, dermatite exfoliativa bolhosa, síndrome semelhante à doença do soro e vasculite de hipersensibilidade foram relatados. O tratamento deve ser descontinuado se um destes distúrbios ocorrer. Em comum com outros antibióticos b-lactâmicos, angioedema e anafilaxia foram relatados. Nefrite intersticial pode ocorrer raramente.
Efeitos hematológicos
Assim como com outros b-lactâmicos, leucopenia transitória, trombocitopenia e anemia hemolítica foram raramente relatadas. Prolongamento do tempo de sangramento e tempo de protrombina também foram raramente relatados.
Efeitos sobre o SNC
Efeitos sobre o SNC foram OBSERVADOS muito raramente. TAIS EFEITOS incluem hiperatividade reversível, vertigem, cefaléia e convulsões. Convulsões podem ocorrer com a função renal comprometida ou naquelEs PACIENTES recebendo altas dosagens.

Advertências e Precauções

Alterações nos testes de função hepática foram observadas em alguns pacientes recebendo Clavulin bd. A significância clínica destas alterações é incerta, mas Clavulin bd deve ser usado com cautela em pacientes com evidências de disfunção hepática.
Icterícia colestática, que pode ser grave mas geralmente é reversível, foi raramente relatada. Os sinais e sintomas podem não ser aparentes por várias semanas após o tratamento ter sido descontinuado.
Em pacientes com insuficiência renal moderada ou grave, Clavulin BD não é recomendado.
Reações de hipersensibilidade (anafilactóides) sérias e ocasionalmente fatais foram relatadas em pacientes recebendo tratamento com penicilina. Estas reações são mais prováveis de ocorrer em indivíduos com história de hipersensibilidade à penicilina.
Rashes eritematosos foram associados à febre glandular em pacientes recebendo amoxicilina.
O uso prolongado pode ocasionalmente resultar em crescimento excessivo de microrganismos não-suscetíveis.
Clavulin BD Suspensão 200mg/5ml e 400mg/5ml contém 12,5mg de aspartame por dose de 5ml e, portanto, é preciso ter cautela com a fenilcetonúria.
Gravidez e lactação
Uso na gravidez
Estudos de reprodução em animais (camundongos e ratos), com Clavulin administrado por via oral e parenteral, não demonstraram quaisquer efeitos teratogênicos. A experiência é limitada sobre o uso de Clavulin bd na gravidez humana. Assim como com todos os medicamentos, o uso de Clavulin bd deve ser evitado na gravidez, especialmente durante o primeiro trimestre, a menos que seja considerado essencial pelo médico.
Uso na lactação
Clavulin bd pode ser administrado durante o período de lactação. Com exceção do risco de sensibilidade associada à excreção de pequenas quantidades pelo leite materno, não há efeitos nocivos conhecidos para o bebê lactente.
Efeitos sobre a capacidade de dirigir e usar máquinas
Os efeitos adversos sobre a capacidade de dirigir e operar máquinas não foram observados.

Apresentação

Comprimido revestido: embalagem com 12 comprimidos.
Suspensão oral: embalagem com frasco de 70 ml (200mg e 400mg), acompanhado de medida dosadora.

Contraindicações

Clavulin BD é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade à penicilina e com histórico prévio de icterícia / disfunção hepática associadas ao Clavulin bd ou à penicilina.
Deve ser dada atenção à possível sensibilidade cruzada com outros antibióticos beta-lactâmicos, ex.: cefalosporinas.

Interações Medicamentosas

O uso concomitante de probenecida não é recomendado. A probenecida diminui a secreção tubular renal da amoxicilina. O uso concomitante com Clavulin bd pode resultar em um aumento e prolongamento dos níveis de amoxicilina no sangue, mas não do ácido clavulânico.
Prolongamento do tempo de sangramento e do tempo de protrombina foram relatados em alguns pacientes que estavam recebendo Clavulin bd. Clavulin bd deve ser usado com cautela em pacientes sob tratamento com anticoagulantes. Tal como ocorre com outros antibióticos de amplo espectro, Clavulin bd pode reduzir a eficácia dos contraceptivos orais e as pacientes devem ser adequadamente advertidas.
O uso concomitante de alopurinol durante o tratamento com amoxicilina pode aumentar a probabilidade de reações alérgicas da pele. Não há dados sobre o uso concomitante de Clavulin bd e alopurinol.

Modo de Uso

Posologia para o tratamento de infecções:
Adultos e crianças acima de 12 anos
Comprimidos
Infecções graves: Um comprimido de Clavulin bd 875 mg, 2 vezes ao dia.
Suspensão oral
A dose usual diária recomendada é:
·· 25/3,6 mg/kg/dia em infecções leves a moderadas (infecções do trato respiratório superior; ex.: tonsilite recorrente, infecções do trato respiratório inferior e infecções da pele e tecidos moles).
· 45/6,4 mg/kg/dia para o tratamento de infecções mais sérias (infecções do trato respiratório superior, ex.: otite média e sinusite; infecções do trato respiratório inferior, ex.: broncopneumonia e infecções do trato urinário).
As tabelas abaixo fornecem instruções para crianças.
Crianças acima de 2 anos
25/3,6 mg/kg/dia 2 - 6 anos (13 - 21 kg) 5,0 ml de CLAVULIN BD Suspensão 200mg/5ml ou 2,5 ml de Clavulin BD Suspensão 400mg/5ml 2 vezes ao dia
7 - 12 anos (22 - 40 kg) 10,0 ml de CLAVULIN BD Suspensão 200mg/5ml ou 5,0 ml de Clavulin BD Suspensão 400mg/5ml 2 vezes ao dia
45/6,4 mg/kg/dia 2 - 6 anos (13 - 21 kg) 10,0 ml de CLAVULIN BD Suspensão 200mg/5ml ou 5,0 ml de Clavulin BD Suspensão 400mg/5ml 2 vezes ao dia
7 - 12 anos (22 - 40 kg) 10,0 ml de Clavulin BD Suspensão 400mg/5ml 2 vezes ao dia
Crianças de 2 meses a 2 anos
Crianças abaixo de 2 anos devem receber doses de acordo com o peso corporal.
CLAVULIN BD suspensão 400mg/5ml
Peso (kg) 25/3,6 mg/kg/dia (ml/2 vezes ao dia) 45/6,4 mg/kg/dia (ml/2 vezes ao dia)
2 0,3 0,6
3 0,5 0,8
4 0,6 1,1
5 0,8 1,4
6 0,9 1,7
7 1,1 2,0
8 1,3 2,3
9 1,4 2,5
10 1,6 2,8
11 1,7 3,1
12 1,9 3,4
13 2,0 3,7
14 2,2 3,9
15 2,3 4,2
A experiência com Clavulin BD Suspensão 200mg/5ml e 400mg/5ml é insuficiente para embasar recomendações de dosagem para crianças abaixo de 2 meses de idade.
Bebês com função renal imatura
Para crianças com função renal imatura, Clavulin BD Suspensão 200mg/5ml e 400mg/5ml não é recomendado.
Insuficiência renal
Para pacientes com TFG > 30 ml/min, nenhum ajuste na dosagem é necessário. Para pacientes com TFG < 30 ml/min, Clavulin BD não é recomendado.
Insuficiência hepática
Administrar com cautela; monitorar a função hepática em intervalos regulares. No momento, as evidências são insuficientes para servirem de base para uma recomendação de dosagem.

Superdosagem

É pouco provável que, em caso de superdosagem de Clavulin bd, ocorram problemas. Se ocorrerem, sintomas gastrintestinais e distúrbios no balanço hidroeletrolítico podem ser evidentes. Eles podem ser tratados sintomaticamente, com atenção para o balanço de água / eletrólitos. Clavulin bd pode ser removido da circulação por hemodiálise.

Laboratório

GlaxoSmithKline.

Remédios que contém o mesmo Princípio Ativo

Amoxi-ped, Amoxibel, Amoxicilina (genérico), Amoxifar, Amoxil

Remédios da mesma Classe Terapêutica

Ambezetal, Amicacina, Amikin, Amoxicilina (genérico), Amoxil

Alginac

Bula do medicamento Alginac.

Classe terapêutica dos Antiinflamatórios e Vitaminas.

Princípios ativos Diclofenaco Sódico, Vitamina B1, Vitamina B12 e Vitamina B6.

Indicações de Alginac

Antiinflamatório com ação analgésica. Antineurítico. Nas lombalgias, cervicalgias, braquialgias, radiculite, neuropatias periféricas de etiopatogenia diversa, neuralgias faciais, neuralgia do trigêmeo, neuralgia intercostal, neuralgia herpética, neuropatia alcoólica, neuropatia diabética, síndrome do conduto do carpo, fibromialgia, espondilite.

Efeitos Colaterais de Alginac

Existem relatos isolados de reações secundárias à administração parenteral a longo prazo de tiamina e de cianocobalamina, provavelemente devido a casos raros de hipersensibilidade. a administração de megadoses de piridoxina pode produzir certas síndromes neuropáticas sensoriais; contudo, estudos histopatológicos não demonstraram o relacionamento destas síndromes com degeneração neuronal em nenhum grau. com a suspensão do uso da piridoxina, a função neuronal melhora gradativamente até a completa recuperação do paciente.

Contraindicações

Hipersensibilidade a qualquer dos componentes da fórmula. Policitemia vera. Porfiria aguda. A vitamina B12 não deve ser utilizada na doença precoce de Leber (atrofia hereditária do nervo ótico). Úlceras pépticas, gastrites e duodenites.
Em pacientes cujas crises de asma brônquica, urticária ou rinite são desencadeadas ou agravadas pelo uso de salicilatos e outros medicamentos inibidores da síntese de prostaglandinas. Discrasias sanguíneas, estados hemorrágicos e lesões hepáticas.

Modo de Uso

- posologia
Alginac® 1000: dois a três comprimidos ao dia, preferencialmente após as refeições. a duração do tratamento fica a critério médico.
Alginac® 5000: uma injeção por dia. no momento da aplicação, aspira-se para o interior de uma seringa, com capacidade mínima de 3 ml, o conteúdo de uma ampola i e de uma ampola ii. injeta-se a mistura lentamente, exclusivamente por via intramuscular profunda no quadrante superior externo da região glútea. as formas injetáveis de alginac® não devem ser usadas por mais de dois dias. Quando for necessário o uso por período mais prolongado, deve-se continuar o tratamento com as formas orais do produto.

Laboratório

Merck S.A. Inds. Químs.

Remédios que contém o mesmo Princípio Ativo

Benerva, Biofenac, Biofenac D.i., Biofenac Lp, Buclivit

Remédios da mesma Classe Terapêutica

A.a.s., Accuvit, Actiprofen, Adeforte, Algifen

Clotrimix

Bula do medicamento Clotrimix.

Classe terapêutica dos Antimicoticos Topicos.

Princípio ativoClotrimazol.

Indicações de Clotrimix

Clotrimix Creme dermatológico é indicado para o tratamento de Candidíase cutânea, da Tinea corporis, Tinea cruris, Tinea pedis (pé de atleta) e Tinea versicolor (pitiriáse versicolor)

Efeitos Colaterais de Clotrimix

Eritema, ardor, formação de bolhas, descamação, edema, prurido, urticária, queimação e irritações gerais da pele

Precauções

O emprego de antifúngicos tópicos pode originar sensibilização cutânea, dando como resultado reações de hipersensibilidade com o posterior uso tópico do medicamento.
Quando Clotrimix for utilizado para o tratamento de candidíase, deve evitar-se os curativos oclusivos, já que proporcionam condições que favorecem o crescimento da levedura e a liberação de sua endotoxina irritante.
O aparecimento de melhora da lesão da pele leva em torno de 3 dias a 1 semana. Consulte o médico caso não observe melhora neste período.
Não utilizar concomitantemente Clotrimazol com outros antifúngicos porque poderá ocorrer antagonismo.

Apresentação

Creme dermatológico: bisnaga com 20 g

Composição

Cada g do creme contém:
Clotrimazol....................10 mg
Excipiente q.s.p. .................... 1 g

Contraindicações

Hipersensibilidade ao Clotrimazol.

Modo de Uso

Aplicar o creme na região afetada 2 a 3 vezes ao dia, e continuar o tratamento por mais alguns dias após o desaparecimento dos sintomas.

Laboratório

Medley S.A. Ind. Farm.

Remédios que contém o mesmo Princípio Ativo

Baycuten N, Canesten, Clomazen, Clotigen, Gino-canesten 1

Remédios da mesma Classe Terapêutica

Benzevit, Candiderm, Canesten, Cartrax, Dermodex

Hidantal

Bula do medicamento Hidantal. Classe terapêutica dos Anticonvulsivantes. Princípio ativoFenitoina. Uso adulto e pediátrico. venda sob prescrição médica - só pode ser vendido sob retenção de receita.

Indicações de Hidantal

Crises convulsivas epilépticas e parciais. Crises convulsivas por traumatismo crânio-encefálico, secundárias e neurocirurgia.
Tratamento das crises convulsivas. Desde sua introdução até o momento numerosos aspectos de sua atividade terapêutica e tolerância pelo organismo têm sido estudados. Em decorrência disso, estabeleceram-se normas para sua administração, vigilância do aparecimento de efeitos secundários e indicações em algumas afecções não relacionadas com a epilepsia.

Efeitos Colaterais de Hidantal

Na ausência de superdosagem são raros. Em casos de superdosagem ou hipersensibilidade podem surgir erupções cutâneas, inapetência, enjôo, dermatite eritematosa ou de caráter benigno e que desaparecem com o decorrer do tratamento.
Em casos de uso muito prolongado, por vezes, aparece gengivite hiperplásica, a qual não obriga interrupção do tratamento. Crianças menores de 15 anos são mais susceptíveis a hiperplasia gengival que adultos.
Excepcionalmente podem ocorrer hepatite e icterícia, que impõem a interrupção do uso da droga.
NOTA: A critério médico o HIDANTAL® pode ser associado a outras drogas antiepilépticas.

Como Usar (Posologia)

O efeito da droga depende do estabelecimento de um teor sangüíneo de no mínimo 10 a 15 microgramas por mililitro.
Por isso o estabelecimento das doses requer, algumas vezes, um ajustamento individual. Em geral, esses níveis eficazes são obtidos em crianças com doses proporcionalmente maiores do que nos adultos. Assim, em pacientes com peso corpóreo abaixo de 30 quilos podem ser necessárias doses diárias oscilando entre 10 e 15 miligramas por quilo de peso. Já em pacientes com mais de 30 quilogramas podem ser necessárias doses menores da ordem de 5 a 10mg/kg.
Com esse esquema posológico, pela via oral, os níveis eficazes se estabelecem em média após uma semana. Quando é necessário efeito imediato, como nos controles de uma crise aguda, no estado de mal epiléptico, nas crises de arritmias, recomenda-se a forma injetável, preferencialmente pela via venosa. As doses orais devem ser tomadas preferenciamente durante ou após as refeições. A interrupção do tratamento deve ser feita de forma gradual.
Em geral, as doses habituais com as diferentes formas de HIDANTAL® são as seguintes:
HIDANTAL® COMPRIMIDOS
Pacientes com mais de 30 quilos de peso:
De 2 a 5 comprimidos diários, geralmente repartidos em duas ou três tomadas.
Pacientes com menos de 30 quilos de peso:
1 a 2 comprimidos diários, geralmente repartidos em duas ou três tomadas.

Contra-Indicações de Hidantal

Indivíduos que tenham apresentado reações intensas do medicamento. Pacientes que apresentam síndrome de Adam-Stokes, bloqueio A-V de 2º ou 3º graus, bloqueio sino-atrial e bradicardia sinusal.

Precauções

Embora ainda não esteja bem estabelecida a ação nociva da fenitoína sobre o feto, a interrupção de seu uso durante os 3 primeiros meses de gravidez deve ser considerada pelo médico. A fenitoína deve ser administrada com cautela em casos de discrasias sangüíneas, doença cardiovascular, diabetes mellitus, funções hepática, renal ou tireoideana prejudicadas.

Modo de Uso (Posologia) de Hidantal

O efeito da droga depende do estabelecimento de um teor sangüíneo de no mínimo 10 a 15 microgramas por mililitro.
Por isso o estabelecimento das doses requer, algumas vezes, um ajustamento individual. Em geral, esses níveis eficazes são obtidos em crianças com doses proporcionalmente maiores do que nos adultos. Assim, em pacientes com peso corpóreo abaixo de 30 quilos podem ser necessárias doses diárias oscilando entre 10 e 15 miligramas por quilo de peso. Já em pacientes com mais de 30 quilogramas podem ser necessárias doses menores da ordem de 5 a 10mg/kg.
Com esse esquema posológico, pela via oral, os níveis eficazes se estabelecem em média após uma semana. Quando é necessário efeito imediato, como nos controles de uma crise aguda, no estado de mal epiléptico, nas crises de arritmias, recomenda-se a forma injetável, preferencialmente pela via venosa. As doses orais devem ser tomadas preferenciamente durante ou após as refeições. A interrupção do tratamento deve ser feita de forma gradual.
Em geral, as doses habituais com as diferentes formas de HIDANTAL® são as seguintes:
HIDANTAL® COMPRIMIDOS
Pacientes com mais de 30 quilos de peso:
De 2 a 5 comprimidos diários, geralmente repartidos em duas ou três tomadas.
Pacientes com menos de 30 quilos de peso:
1 a 2 comprimidos diários, geralmente repartidos em duas ou três tomadas.

Composição

Cada comprimido contém:
Fenitoína .................... 100mg
Excipiente q.s.p. .................... 1 comprimido
(amido, estearato de magnésio, lactose, talco e polividona).

Forma Farmacêutica e Apresentação

Hidantal® comprimidos
Caixas com 25 e 50 comprimidos.

Informação Técnica

A fenitoína é tida por muitos clínicos como a droga de escolha para o tratamento das crises convulsivas generalizadas e todas as formas de crises parciais epilépticas, englobadas sob o rótulo de grande mal, isoladamente é a droga mais eficiente dentre as utilizadas no tratamento das crises convulsivas. Desde sua introdução até o momento numerosos aspectos de sua atividade terapêutica e tolerância pelo organismo têm sido estudadas. Em decorrência disso, estabeleceram-se normas para sua administração, vigilância do aparecimento de efeitos secundários e indicações em algumas afecções não relacionadas com a epilepsia.

Informação ao Paciente

. HIDANTAL® é um anticonvulsivante para o tratamento das crises convulsivas generalizadas e todas as formas de crises parciais epilépticas.
. Os medicamentos devem ser sempre conservados em local fresco e seco, em condições de higiene, mantendo seus rótulos de maneira sempre visível e legível para fácil identificação no momento de usar.
. HIDANTAL® sob a forma de comprimidos apresenta-se acondicionado em blíster, do qual são retirados no momento de uso, pressionando com o polegar e o indicador.
. O prazo de validade do produto consta na embalagem externa.
. Evitar o uso de medicamentos com prazo de validade esgotado.
. De acordo com o esquema posológico estabelecido pelo médico assistente e segundo a posologia desta bula, pela via oral, os níveis eficazes se estabelecem em média após uma semana. Quando é necessário efeito imediato, como no controle de uma crise aguda, no estado de mal epiléptico, nas crises de arritmias, recomenda-se a forma injetável, preferencialmente pela via venosa.
. Na ocorrência de gravidez seu médico assistente deverá ser informado para que ele faça a devida avaliação.
. O medicamento deverá ser tomado segundo a prescrição médica e de acordo com a posologia recomendada, seguindo-se os cuidados normais observados na tomada de medicamentos.
. É sempre uma boa norma avisar o seu médico assistente de interrupção do tratamento com o medicamento.
. O seu médico assistente deverá também ser informado da ocorrência de reações desagradáveis de maior importância ou reações intensas ao medicamento.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Interações Com Drogas

Com etanol - Os pacientes epilépticos que ingerem muito álcool devem ser rigorosamente observados quanto ao decréscimo dos efeitos anticonvulsivantes.
Com barbitúricos - pacientes mantidos com fenitoína e um barbiturato devem ser observados quanto a sinais de intoxicação com fenitoína se o barbiturato for retirado.
Com cloranfenicol - pacientes recebendo simultaneamente fenitoína e cloranfenicol devem ser rigorosamente observados quanto a sinais de intoxicação com fenitoína.
Com corticosteróides - se necessário o uso de corticosteróides em pacientes recebendo anticonvulsivantes, deve-se ficar alertado para o caso de uma resposta terapêutica inadequada ao corticosteróide.
Com dissulfiram - esta droga inibe o metabolismo hepático da fenitoína. Os pacientes que recebem as duas drogas devem ser monitorados. A redução da dose de fenitoína pode ser necessária em alguns pacientes.
Com isoniazida - pacientes recebendo ambas as drogas devem ser observados quanto a sinais de toxicidade pela fenitoína.
A quantidade da dose anticonvulsivante deve ser reduzida se necessário.
Com fenilbutazona - pacientes recebendo ambas as drogas devem ser observados quanto a sinais de intoxicação pela fenitoína.
Com salicilatos - doses grandes de salicilatos devem ser administradas com cautela a pacientes em tratamento com fenitoína, especialmente se os pacientes parecem propensos a intoxicação.
Com sulfonamidas - pode inibir o metabolismo da fenitoína e também deslocá-la por mecanismos de fixação a proteína plasmática.
O medicamento é contra-indicado em pessoas que tenham apresentado reações intensas ao medicamento.
Embora ainda não esteja bem estabelecida a ação nociva da fenitoína sobre o feto, a interrupção de seu uso durante os três primeiros meses de gravidez deve ser considerada pelo médico assistente.
NÃO TOME REMÉDIO SEM CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE.

Interações Com Drogas (2)

Etanol: Existe evidência de que o etanol induz a produção de enzimas microssômicas hepáticas resultando em metabolismo realçado da fenitoína. Os pacientes epilépticos que ingerem muito álcool devem ser rigorosamente observados quanto ao decréscimo dos efeitos anticonvulsivantes.
Barbituratos: Pacientes mantidos com fenitoína e um barbiturato devem ser observados quanto a sinais de intoxicação com fenitoína se o barbiturato for retirado.
O fenobarbital pode reduzir a abosrção oral da fenitoína.
Cloranfenicol: Pacientes recebendo simultaneamente fenitoína e cloranfenicol devem ser rigorosamente observados quanto a sinais de intoxicação com fenitoína. A dose anticonvulsiva deve ser reduzida, se necessário. A possibilidade de se usar um antibiótico alternativo deve ser considerada. O cloranfenicol diminui o metabolismo da fenitoína.
Corticosteróides: Se necessário o uso de corticosteróides em pacientes recebendo anticonvulsivantes, deve-se ficar alertado para o caso de uma resposta terapêutica inadequada ao corticosteróide.
Dissulfiram: Esta droga inibe o metabolismo hepático da fenitoína. Os níveis sangüíneos de fenitoína são aumentados e a excreção urinária diminuída dentro das quatro horas da administração da primeira dose de dissulfiram. Os pacientes que recebem as duas drogas devem ser monitorados. A redução da dose de fenitoína pode ser necessária em alguns pacientes.
Isoniazida: Pacientes recebendo ambas as drogas devem ser rigorosamente observados quanto a sinais de toxicidade pela fenitoína. A quantidade da dose anticonvulsivante deve ser reduzida, se necessário.
Fenilbutazona: Esta droga e um de seus metabólitos competem com a fenitoína no metabolismo hepático. Além disso, estudos "in vitro" demonstraram que a fenilbutazona pode deslocar a fenitoína da fixação às proteínas plasmáticas.
Pacientes recebendo ambas as drogas devem ser observados quanto a sinais de intoxicação pela fenitoína.
Salicilatos: Podem deslocar a fenitoína por fixação da proteína plasmática, aumentando assim a concentração da fenitoína livre (ativa) no plasma. Doses grandes de salicilatos devem ser administradas com cautela a pacientes em tratamento com a fenitoína, especialmente se os pacientes parecem propensos a intoxicação.
Sulfonamidas: Podem inibir o metabolismo da fenitoína e também deslocá-la por mecanismos de fixação a proteína plasmática.

Superdosagem

A dose letal média, em adultos é estimada em 2 a 5g. em crianças, ainda é desconhecida.
Os sintomas cardiais iniciais são: nistagmo, ataxia e disartria.
O paciente torna-se comatoso com pupilas não responsivas e ocorre uma hipotensão.
Outros sinais são: tremores, hiperreflexia, letargia, fala arrastada, náuseas, vômitos. a morte é devida à depressão respiratória e apnéia.
O tratamento é inespecífico desde que não há um antídoto conhecido.
O funcionamento adequado dos sistemas respiratórios e circulatório deve ser monitorizado e, se necessário, deverão ser instituídas medidas suportivas adequadas.
Se o reflexo de vômito estiver ausente, as vias aéreas devem ser mantidas desobstruídas. pode ser necessário o uso de oxigênio,
Vasopressores e ventilação assistida para depressões do snc, respiratória e cardiovascular.
Finalmente, pode-se considerar o uso da hemodiálise desde que a fenitoína não é completamente ligada às proteínas plasmáticas.
Transfusões sangüíneas totais têm sido utilizadas no tratamento de intoxicações severas em crianças.

Laboratório

Labs. Silva Araujo Roussel S.A.

Remédios que contém o mesmo Princípio Ativo

Epelin, Fenitoína

Remédios da mesma Classe Terapêutica

Edhanol, Epelin, Furosix, Gamibetal, Gardenal

Ranitidina

Bula do medicamento Ranitidina.

Indicações de Ranitidina

Tratamento da úlcera duodenal, úlcera gástrica benigna, incluindo aquelas associadas com agentes antiinflamatórios não esteroidais. Prevenção de úlceras duodenais associadas com agentes antiinflamatórios não esteroidais, incluindo ácido acetilsalicílico, especialmente em pacientes com história de doença ulcerosa péptica, úlcera pós-operatória, esofagite de refluxo, síndrome de Zollinger-Ellison, na dispepsia episódica crônica caracterizada por dor (epigástrica ou retroesternal) a qual é relacionada às refeições ou durante o sono, mas não associada com as condições anteriores. E as seguintes condições onde é desejável a redução gástrica e a produção de ácido: profilaxia da hemorragia gastrintestinal conseqüente à úlcera de estresse em pacientes gravemente enfermos, profilaxia da hemorragia recorrente em pacientes com úlceras pépticas e na prevenção da síndrome de aspiração ácida (Síndrome de Mendelson).

Como Usar (Posologia)

Adultos: a dose usual padrão para úlcera gástrica, úlcera duodenal ou esofagite de refluxo é de 150 mg, 2 vezes ao dia ou 300 mg à noite. Em muitos casos de úlcera duodenal, úlcera gástrica benigna e úlcera pós-operatória a cicatrização ocorre dentro de 4 semanas. Naqueles pacientes em que a cicatrização não ocorre nas 4 primeiras semanas, a úlcera cicatrizará geralmente após mais 4 semanas seguidas de terapia. Em úlceras presentes acompanhando a terapia com antiinflamatórios não esteroidais ou associadas com o uso continuado destas drogas, podem ser necessárias 8-12 semanas de tratamento. Para a prevenção de úlceras duodenais associadas com drogas antiinflamatórias não esteroidais, 150 mg de Ranitidina, 2 vezes ao dia podem ser administradas concomitantemente com estas drogas. Na úlcera duodenal, 300 mg, 2 vezes ao dia durante 4 semanas resulta em taxas de cicatrização maiores do que aquelas com Ranitidina 150 mg, 2 vezes ao dia ou 300 mg à noite durante 4 semanas. O aumento da dose não tem sido associado com o aumento da incidência de efeitos colaterais. Tratamento de manutenção: 150 mg ao deitar. Úlcera pós-operatória: 150 mg, 2 vezes ao dia. No controle da esofagite de refluxo severa, a dose recomendada é de 150 mg, 4 vezes ao dia durante 8 semanas. Síndrome de Zollinger-Ellison: 150 mg, 3 vezes ao dia inicialmente, podendo aumentar se necessário. Doses até 6 g por dia têm sido bem toleradas. Para pacientes com dispepsia episódica crônica a dose recomendada é de 150 mg, 2 vezes ao dia durante 6 semanas. Qualquer paciente que não responda ou que tenha recidiva logo após o tratamento, deve ser investigado. Na profilaxia da hemorragia decorrente da úlcera de estresse em pacientes gravemente enfermos ou na profilaxia de hemorragia recorrente em pacientes com sangramento decorrente de ulceração péptica, 150 mg, 2 vezes ao dia pode substituir a forma injetável logo que o paciente possa se alimentar por via oral. Profilaxia da Síndrome de Mendelson: 150 mg, 2 horas antes da anestesia e preferivelmente150 mg na noite anterior. Em pacientes em trabalho de parto, 150 mg a cada 6 horas, porém, se for necessário anestesia geral recomenda-se que adicionalmente seja administrado um antiácido (ex.: citrato de sódio). Crianças: a dose oral recomendada para o tratamento de úlcera péptica em crianças é 2 mg/kg a 4 mg/kg, 2 vezes ao dia até um máximo de 300 mg de ranitidina por dia. Insuficiência renal: acumulação de ranitidina como resultado de elevadas concentrações plasmáticas poderá ocorrer em pacientes com insuficiência renal severa (clearance de ranitidina abaixo de 50 ml/minuto). É recomendado que a dose diária de ranitidina nestes pacientes seja de 150 mg à noite durante 4 a 8 semanas. Em pacientes sob diálise peritoneal crônica ambulatorial ou hemodiálise crônica, 150 mg de ranitidina deve ser tomada imediatamente após a diálise.

Apresentação

Caixa com 10 e 20 comprimidos de 150 mg; caixa com 10 comprimidos de 300 mg e frasco contendo 120 ml de xarope.

Composição

Cada comprimido contém: cloridrato deranitidina (equivalente a 150 mg de ranitidina) 168,0 mg, cloridrato de ranitidina (equivalente a 300 mg de ranitidina) 336,0 mg, excipiente (estearato de magnésio, talco, lactose) q.s.p. 1 comprimido.

Laboratório

Luper Ind. Farm. Ltda.

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